quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

22:23

Só por hoje ou por uns três dias, terei o heterônimo de angústia. Me sinto em estado de extrema e total angústia, onde a raiva e o choro contido me transformaram -sem exagero- numa pessoa triste. Em quatro paredes o sono não vinha, foi uma das noites mais agitadas, na noite só ouvia o pulsar intenso que quebrava o silêncio da noite fria do lado de dentro e de fora de mim. Já não sei mais o que sentir, já não sei o que decidir. Sou a tal pessoa frágil, destroçada por dentro que procura um orifício no penhasco para cravar os dedos e salvar um pouco de si, já que o resto já se perdeu, novamente. E se a vontade é de chorar, hoje já não sei o que é molhar lenços, chorei por dentro, transbordei de emoções e de sentimentos. Não existe, não sei, não há. São palavras que foram como lanças atiradas nos lugares estratégios para doer mais, para não conseguir parar de sangrar, para não ter cura e nem uma cicatrização rápida, estão encravadas e eu não tenho forças apra tirá-las. Vou degustando pouco a pouco -da pior maneira- a dor e o gosto do que escolhi, nos lábios o sangue, na cabeça a sua opção, que me esvaziou, que cravou, que me deixou assim.
Eu vou me curar, eu tenho que me curar, eu preciso!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

02 de Fevereiro de 2010.

Vou me desfazer de muita coisa.
Tem gente que exige demais, sabendo que não dá. Tem gente que não imagina a dor que é, tem gente que não sabe um terço do que eu sinto, eu queria poder saber escrever tudo o que eu senti em menos de 30 minutos por sua causa e mesmo que a vontade e o sentimentos se misturem a raiva, embora não seja bom sentí-la toma lugar no intervalo de segundos.
Eu SINTO, eu tenho CORAÇÃO, será que não vê? Que droga!

domingo, 17 de janeiro de 2010

17 de Janeiro de 2010.

Mais um dia, fazia tempo que meus olhos não encontravam os seus, corria atrás do seu paradeiro e nada, ninguém sabia. Nos primeiros dias, pensei, achei estranho a minha reação, mas ao mesmo tempo que por mais estranho que seja pensar, apenas achava que era uma crise de loucura sem fundamento. Mas, não pude deixar de abrir o mais completo sorriso hoje, quando eu sentada, terminando minhas tarefas, ouço a sua voz, aquela melodia e quando virei e vi que era você, não soube o que falar, sou mesmo desajeitada pra essas coisas, mas foi um dos abraços mais envolventes que eu recebi. Alegre por pouco, mas o pouco que basta.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Calmaria e Tempetade

Não só a borboleta tem fases, eu também tinha. E não só as estações mudavam vorazmente, a pontuação das histórias diárias, também. Era mais exclamação que interrogação, era dúvida, era vírgula para respirar, era um conto de fadas que ainda não tinha concebido o 'felizes apra sempre', talvez porque os capítulos não sejam escritos e sim vivenciados.
Ela não ensaiava e por ser tudo ao vivo, tinha improviso.
Não à mandavam sorrir, tampouco chorar.
Era ela e por sê-la sabia muito bem de suas condições, sabia que era pouco, mas o pouco que fazia falta, sabia que a onda era forte e devastadora, mas mesmo assim, nadava contra ela. Acreditava em si. Acreditava na calmaria, mas aprendeu a ser tempestade, aprendeu a se proteger, a desviar e acredite, ela tem força de destroçar muros, de levar, levantar, não à provoque, não sabe a intensidade de uma tempestade nem a de seu punho em contato com a sua pele. Ao menos que queira experimentar, porque já exitei centenas de vezes, mas da próxima vou me permitir. Cuidado. Sou calmaria, mas não provoque a tempestade, porque não haverá abrigo que suporte a força da natureza humana.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

16 de Janeiro de 2010.

Sobre o disco Alegria Girar, Ferreira Gullar disse:

"Caminhos não há
mas os pés na grama
os inventarão

aqui se inicia
uma viagem clara
para a encantação"

Baixe "Alegria Girar", do Validuaté
Vale a pena ouvir!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

31 de Dezembro de 2009.

É, tá chegando a hora!
Vou me despedindo de 365 dias de sorrisos, lágrimas, receios, de vivência! Vou deixando-os apenas nas melhores lembranas e no aprendizado. 2010, tu que venhas com uma força positiva de esbanjar luz, tu que sejas melhor que 2009 e complemente cada dia, com cada ato e me faça ver além, aprender, conseguir. Obrigada à todos que estiveram comigo em cda momento, obrigada leitores (des)conhecidos, apenas, obrigada!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

15 de Dezembro de 2009.

É que quando a angústia e a aflição batem, algumas palavras não servem de conforto e talvez correr o máximo que meu corpo enquanto físico aguentar, resolveria e o suor que trancendesse de meus poros tirasse o gosto ruim da minha boca, das palavras que tive que pronunciar e que meus ouvidos escutem cada balancear de folhas caídas, porque, um dia eu fui cada uma delas. O vento bateu, todas voaram, inclusive os pedaços de mim que havia nelas, tentei alcançar alguma parte, mas preferi deixar ir, pedaços de mim por aí.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

26 de Novembro de 2009.

Lá na casa da frente, dois meninos pulavam corda. Um lado da corda amarrado ao portão e o outro na mão de um dos meninos que fazia movimentos circulares enquanto o outro garoto pulava. Dá-se um jeito quando não se tem mais de duas pessoas, dá-se um jeito quando se limita ao leve entregue e a timidez do momento tão simples e peculiar. Ali podiam ter vários amigos, não apenas dois, mas quem sabe não seriam amigos então? Conta-se nos dedos ou contasse na mente, não importa. Aí vem a questão, pra que se importar se ninguém o faz? Muitos fazem, embora seja ou não um esforço em vão. Por que eu tô falando tudo isso? É, um boa pergunta. Talvez seja respondida com as cenas do meu dia, mas se tenho tudo pra falar, falar nada resolva ou não tentar. Por hora, resolva.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Botão Vermelho.

O problema de estar escrito "Não pressione", é que me instiga a querer apertar. Tem vezes na vida que é tentador apertá-lo e desligar tudo, acabar com tudo.
Por que?

- Porque algumas coisas cansam e me corroem por dentro, me fazem mal só de ver, só que algumas pessoas não entendem isso, não me entendem. Não entendem porque eu fujo, porque eu fico longe na presença de alguns terceiros que me fazem um mal absoluto, psicológico, claro. Queria que acabasse, embora sinta falta de alguns, eu realmente queria submeter o momento ao simples aperto de um botão vermelho. Fim, simples assim, sem arranhões, só machucados que vão se curando com o tempo e outras pessoas que se façam de ataduras, porque cansei de servir como remédio e o que eu pensava ser a cura, ultimamente é o que mais me provoca a dor e eu não tô falando de dor passageira, tô falando daquela que me faz contorcer no chão na mente e gritar alto pra você, pra aquela, pra ele, ouvir. E quando eu cansar definitivamente, aí sim é o problema e falta pouco, muito pouco.

domingo, 1 de novembro de 2009

Morfina e Cocaína

Após pensar e pensar a gente percebe que algumas pessoas funcionam literalmente como drogas, peguei o exemplo da Morfina, algumas pessoas são como morfina, você se sente bem quando está sob o efeito, mas quando acaba, quando a pessoa se vai, a dor começa novamente e dependendo da dose, maior, dependendo da pessoa, maior. Algumas pessoas são como a cocaína, quando estão conosco, estamos extremamente felizes, agitados, quando o efeito acaba, ou você quer mais ou está totalmente podre, imune e viciado e quando se vê sem a pessoa/droga, se sente agoniado, sem saída.
É comparações.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Um dia.

Tinha pensado escrever várias e várias coisas quando aquela gota entrou em contato com a minha pele, mas esqueci tudo, quando tentava me proteger da chuva que ficava forte e barulhenta como cada batida do meu coração a esperar aquele ônibus. Era uma porção de sorrisos e risos que me rodeavam, mas minha boca não fazia um só esforça para estampar felicidade, foram horas que eu pensei, e tentei digerir aquela frase que adentrava meus pensamentos com um golpe só.
Duas palavras pra fazer pensar, duas palavras para rachar, não sei quando vai poder unir de novo, não há cola que segure dois lados afastados, não há fita que una duas mãos em que os dedos não se entrelaçam.
Se falasse comigo, talvez resolveria. Se falasse. Fale.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

NEVE, NASCEU!

Amanda Oliveira

NEVE

12 anos.

Ela tinha uma vida cheia de detalhes e peças pregadas pelo mestre do destino.

Seu nome? Apenas quatro letras:
- Neve!

Quatro letras adocicadas que juntas nomeavam uma bela garotinha, se bem que seu nome deveria ser ‘Reticências’, já que na sua cabeça, três pontinhos diziam muita coisa.

Ela conseguia ver além do que qualquer um via, ver além do que nome, já tinha.

Conseguia ver o lado bom das coisas, mesmo não estando tão bem.

Conseguia olhar além, apenas além.

Imaginava e imaginava, e haja três pontinhos pra infinidade de bichinhos agitados que habitavam a cabeça daquela doce garotinha, eram ideias e teorias pequeninas que se faziam grandes aos próprios olhos.

Quando via um guarda-chuva, pensava:
- O guarda-chuva não guarda a chuva, guarda a gente. Se guardasse a chuva, viveríamos num grande pedacinho de água, tentando desviar das gotinhas que teimariam em alcançar a gente.

Ah, e sobre a primavera...
Não via flores, nem cores, era inverno, aquele friozinho aconchegante, quando bate em sua porta a sua prima, a Prima-Vera, fora da estação, com um abraço apertado e aquele calor no coração.

Quando via escrito em algum cartãozinho ‘na faixa’, pensava que poderia montar ali uma casinha, uma barraca e acampar ou desfilar numa linda faixa vermelha, não pensava que ‘na faixa’ era apenas ‘de graça’.

Quando via um secador pensava...
A dor é úmida, afinal as lágrimas caem de encontro com os lábios. Usam seca-dor pra secar e sumir com essa tal da dor?

Saudade?
Saudade pra ela era uma ponte que distanciava as pessoas, mas que aproximava os pensamentos. A saudade não desamarra laços feitos pelo destino.

Queria guardar às pessoas mais especiais num potinho, pra poder cuidar delas, pra poder ter sempre pertinho, até saber que as tinha mais que perto, tinha elas dentro de si.

E o amor?

Um dia, Neve, em mais uma noite, viu aquele pequeno varal de estrelas e pôde ver mais que isso, presenciou o eclipse, um momento raro em que o Sol se encontra com a Lua, um momento único e tão esperado, fizeram seus olhos brilharem. Quando de repente olha para o lado e vê um garoto sorrindo pra ela, volta com seu olhar de encontro com o eclipse e quando vira seu rosto de novo, o garoto não estava mais lá.

Ela pensa que momentos são como um eclipse, não que aconteçam de tempos em tempos, mas que deveriam ser vividos de forma total e completa no instante em que se está.
A partir daí, pensava também no garoto, e timidamente no amor.

Passou a escrever e pensar, novas emoções deram à ela, muito sentido, mais vida e uma quantidade imensa de temas para descarregar com palavras e tinta no papel. Escrevia tanto e só queria que seu papel fosse de encontro com o daquele tal garoto, para poderem escrever uma só história, podia ou não ser dentro do “sempre”, mas que tivesse tempo o suficiente para ser apreciada, pra virar um capítulo, um início de um bom livro.

É, ela sabia, ou pensava saber sobre o tal do amor. Pra ela, um abraço era o encaixe, era ouvir o coração e saber a sintonia, era ver cores nos dias preto e branco, era ouvir mais que um refrão, era cantar junto e ter a sensação de borboletas no estômago, porque de alguma forma, as mãos tremiam, os olhares se encontravam, era uma história, um conto, com vírgulas, exclamações, no qual não existia ponto final e se existisse era apenas pra começar um novo sorriso.

E se algo estivesse errado, era só voltar, de novo, de volta, não era reviver, era sem uso de borracha, consertar os traços feitos a caneta, dando novas formas e a partir daí, fazer novos caminhos.

Neve, deveria sim se chamar “Reticências”.

Objetivo:

• Levar o pequeno leitor a explorar o mundo, não como ele já é rotulado, mas ver além, imaginar e se permitir, criar e desenvolver a sua criatividade diante não só das palavras, mas das situações diárias. Estimular o senso crítico de uma forma simples e subjetiva, além de mostrar o início de um amor e seu verdadeiro valor.

domingo, 27 de setembro de 2009

28 de Setembro de 2009.

Via um par de asas se afastando e encontrando outro par de asas. Voaram, livremente adentrando o campo e sobrevoando um vasto campo de flores cor-de-limão. Eram voltas e reviravoltas, mil malabarismos, era brincadeira de ser mosquito, era decisão de ser livre. Era só vontade de voar.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

11 de Setembro de 2009.

Texto Fictício feito para DAC (Disciplina de Apoio Curricular) de Português

No dia 9 de Setembro, aconteceu em São Paulo, mais precisamente na Av. Paulista um protesto pacífico contra o preconceito, em especial o racismo.
Muitas pessoas se juntaram para defender essa ideia e tentar fazer a parte da população que ainda detém esse preconceito, abrir os olhos e perceber que o caráter ou o que constitui intelectualmente uma pessoa, não é a pigmentação da pele, escolha sexual ou qualquer outro tema que se propaga e torna as pessoas preconceituosas, mas sim o que essa pessoa significa, faz e diz.
Pré-conceituar uma pessoa é seguir a teoria da generalização, é fazer parte da massa e ser moldado, é julgar e quando se julga, não define o caráter alheio, mas define o seu caráter. Julgar um livro pela capa, sem ler o prefácio, o índice, sem antes se interessar pelo tema, é perder a chance de ler uma boa história e participar dela, é fazer de uma ilustração de capa um referencial, é saciar os olhos pela arte do bom ou ruim, sem saber que as entrelinhas dizem muito, sem saber que a escrita completa a arte e o entendimento.
Aconteceu o protesto, aconteceu uma chance de todos lutarem por igualdade e saber que não é questão de inferioridade ou superioridade, mas trata-se do ser humano, mutável, moldável, alguém que enxerga, e quer fazer os outros enxergarem, não para levá-los na mesma direção, não para influenciá-los, mas para seguirem um caminho, sem amarras, sem preconceito, sem racismo ou outro, dando-lhes uma chance de conhecer e explorar um mundo novo, sem barreiras ou definições que delimitem seu pensamento.
Apóie essa causa, lute contra mentes pequenas, cresça, e veja que amarelo, vermelho, branco, negro, todos são iguais, todos podem, permita-se.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

04 de Setembro de 2009.

Neve, Neve!
Que linda menina eu via ali. Seu nome era Neve, sim, Neve!
Uns dizem que se chama Neve por ter a pele clarinha, feito gelo, mas não exageraria assim, ela é branquinha, não quase como grlo, mas tem uma cor bonita, uma aparência saudável e um lindo sorriso, que só guarda para ocasiões especiais. Não era uma menina de muitos amigos, tinha apenas dois, o Chars, seu vizinho, bom vizinho mais ou menos, já que morava na rua de cima, numa casinha velha (...)

domingo, 16 de agosto de 2009

16 de Agosto de 2009.

Quando se vive, mas ao pé da letra mesmo, você se permite ter várias sensações, boas e ruins. Mas, tem um dia, que você não sabe nomear a sensação do momento, você busca mil palavras e nenhuma se adequa ao seu estado de vivência. É nesse momento que a gente silencia e que se perde em si mesmo. É nessa hora que você quer pegar a sua mala (ou sair só com a roupa do corpo mesmo) e andar por aí, sem destino. Só, sem armadura, só pronta pra lutar, não correr, não exitar. Hoje ela vai se jogar de vez e não é do precipício, é na batalha inconsciente. Hoje ela vai se perder, pra poder se achar, hoje, ela vai tirar a armadura e sofrer tudo na pele, e que doa, e que deixe marcas e que sangre, porque, ela vai ficar mais forte, vai resistir e vai lembrar de tudo, quando te encontrar. Machuque o quanto quiser, isso só vai fazê-la mais forte. Não espere um contra-ataque violento, porque simplismente, não vou ser igual você. Mas não nego, se não fugir, lembre-se uma pessoa ferida é bem mais forte, porque aprendeu mais que um simples poeta-lutador de quinta. Vá e não volte, basta.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

11 de Agosto de 2009.

Ela esperou anciosamente aquele dia, que depois de tantos outros, passou a classificar-se como um heterônino, inventando histórias, nomes, situações que pensa ou viveu, pra transferir para aquele momento, uma personagem, que pode pensar e agir como quiser, uma mistura ou simplesmente qualquer coisa, que observa nos outros ou em si mesmo. Nome, ela precisava de um nome, qual...Ah, sim, "Neve" era seu nome.
Por que Neve?
Enquanto procurava uma imagem de um boneco, sem face, apenas digitando "boneco" no tal clichê procurador, o Google, apareceu a imagem que eu vou postar. Pode ser total falta de imaginação, mas quando vi, e pensei "Neve", achei um lindo nome, e com certeza, a partir de agora vai ser um bom heterônimo, vou cuidar para que aprenda a vivencie erros e acertos, mas que erre bastante para saber distinguir o que deve ou não fazer, pra aprender com afeto e andar por todos os sub (mundos), imaginários ou reais, em que vivem trilhões de especíes de humanos praticantes ou não. Neve, minha querida, você nasceu, bem-vinda!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

28 de Julho de 2009.

Felicidade tem nome, tem razão, tem sentimento. Felicidade vem de dentro, vem de fora, vem do ambiente. Ela depende de tudo que você ama, depende de você. Não é só uma palavra no dicionário com centenas de sinônimos ou destinada a comemoração, mas é um pedaço do seu estado de espírito. É o momento que você percebe que quando se está feliz, o positivismo que mandamos, volta pra gente, assim como as coisas ruins que algumas pessoas desejam à outras. Felicidade, é brilho no olhar, é amor, é sensação de bem-estar, é vida.

domingo, 26 de julho de 2009

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta, o amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão, o verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar, ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, ou veste-se bem , isso são só referenciais, ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca, ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

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"Sonhe com aquilo que você quiser.

Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas."
(Marley e Eu)