Lá na casa da frente, dois meninos pulavam corda. Um lado da corda amarrado ao portão e o outro na mão de um dos meninos que fazia movimentos circulares enquanto o outro garoto pulava. Dá-se um jeito quando não se tem mais de duas pessoas, dá-se um jeito quando se limita ao leve entregue e a timidez do momento tão simples e peculiar. Ali podiam ter vários amigos, não apenas dois, mas quem sabe não seriam amigos então? Conta-se nos dedos ou contasse na mente, não importa. Aí vem a questão, pra que se importar se ninguém o faz? Muitos fazem, embora seja ou não um esforço em vão. Por que eu tô falando tudo isso? É, um boa pergunta. Talvez seja respondida com as cenas do meu dia, mas se tenho tudo pra falar, falar nada resolva ou não tentar. Por hora, resolva.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Botão Vermelho.
O problema de estar escrito "Não pressione", é que me instiga a querer apertar. Tem vezes na vida que é tentador apertá-lo e desligar tudo, acabar com tudo.Por que?
- Porque algumas coisas cansam e me corroem por dentro, me fazem mal só de ver, só que algumas pessoas não entendem isso, não me entendem. Não entendem porque eu fujo, porque eu fico longe na presença de alguns terceiros que me fazem um mal absoluto, psicológico, claro. Queria que acabasse, embora sinta falta de alguns, eu realmente queria submeter o momento ao simples aperto de um botão vermelho. Fim, simples assim, sem arranhões, só machucados que vão se curando com o tempo e outras pessoas que se façam de ataduras, porque cansei de servir como remédio e o que eu pensava ser a cura, ultimamente é o que mais me provoca a dor e eu não tô falando de dor passageira, tô falando daquela que me faz contorcer no chão na mente e gritar alto pra você, pra aquela, pra ele, ouvir. E quando eu cansar definitivamente, aí sim é o problema e falta pouco, muito pouco.
domingo, 1 de novembro de 2009
Morfina e Cocaína
Após pensar e pensar a gente percebe que algumas pessoas funcionam literalmente como drogas, peguei o exemplo da Morfina, algumas pessoas são como morfina, você se sente bem quando está sob o efeito, mas quando acaba, quando a pessoa se vai, a dor começa novamente e dependendo da dose, maior, dependendo da pessoa, maior. Algumas pessoas são como a cocaína, quando estão conosco, estamos extremamente felizes, agitados, quando o efeito acaba, ou você quer mais ou está totalmente podre, imune e viciado e quando se vê sem a pessoa/droga, se sente agoniado, sem saída.É comparações.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Um dia.
Tinha pensado escrever várias e várias coisas quando aquela gota entrou em contato com a minha pele, mas esqueci tudo, quando tentava me proteger da chuva que ficava forte e barulhenta como cada batida do meu coração a esperar aquele ônibus. Era uma porção de sorrisos e risos que me rodeavam, mas minha boca não fazia um só esforça para estampar felicidade, foram horas que eu pensei, e tentei digerir aquela frase que adentrava meus pensamentos com um golpe só.
Duas palavras pra fazer pensar, duas palavras para rachar, não sei quando vai poder unir de novo, não há cola que segure dois lados afastados, não há fita que una duas mãos em que os dedos não se entrelaçam.
Se falasse comigo, talvez resolveria. Se falasse. Fale.
Duas palavras pra fazer pensar, duas palavras para rachar, não sei quando vai poder unir de novo, não há cola que segure dois lados afastados, não há fita que una duas mãos em que os dedos não se entrelaçam.
Se falasse comigo, talvez resolveria. Se falasse. Fale.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
NEVE, NASCEU!
Amanda Oliveira
12 anos.
Ela tinha uma vida cheia de detalhes e peças pregadas pelo mestre do destino.
Seu nome? Apenas quatro letras:
- Neve!
Quatro letras adocicadas que juntas nomeavam uma bela garotinha, se bem que seu nome deveria ser ‘Reticências’, já que na sua cabeça, três pontinhos diziam muita coisa.
Ela conseguia ver além do que qualquer um via, ver além do que nome, já tinha.
Conseguia ver o lado bom das coisas, mesmo não estando tão bem.
Conseguia olhar além, apenas além.
Imaginava e imaginava, e haja três pontinhos pra infinidade de bichinhos agitados que habitavam a cabeça daquela doce garotinha, eram ideias e teorias pequeninas que se faziam grandes aos próprios olhos.
Quando via um guarda-chuva, pensava:
- O guarda-chuva não guarda a chuva, guarda a gente. Se guardasse a chuva, viveríamos num grande pedacinho de água, tentando desviar das gotinhas que teimariam em alcançar a gente.
Ah, e sobre a primavera...
Não via flores, nem cores, era inverno, aquele friozinho aconchegante, quando bate em sua porta a sua prima, a Prima-Vera, fora da estação, com um abraço apertado e aquele calor no coração.
Quando via escrito em algum cartãozinho ‘na faixa’, pensava que poderia montar ali uma casinha, uma barraca e acampar ou desfilar numa linda faixa vermelha, não pensava que ‘na faixa’ era apenas ‘de graça’.
Quando via um secador pensava...
A dor é úmida, afinal as lágrimas caem de encontro com os lábios. Usam seca-dor pra secar e sumir com essa tal da dor?
Saudade?
Saudade pra ela era uma ponte que distanciava as pessoas, mas que aproximava os pensamentos. A saudade não desamarra laços feitos pelo destino.
Queria guardar às pessoas mais especiais num potinho, pra poder cuidar delas, pra poder ter sempre pertinho, até saber que as tinha mais que perto, tinha elas dentro de si.
E o amor?
Um dia, Neve, em mais uma noite, viu aquele pequeno varal de estrelas e pôde ver mais que isso, presenciou o eclipse, um momento raro em que o Sol se encontra com a Lua, um momento único e tão esperado, fizeram seus olhos brilharem. Quando de repente olha para o lado e vê um garoto sorrindo pra ela, volta com seu olhar de encontro com o eclipse e quando vira seu rosto de novo, o garoto não estava mais lá.
Ela pensa que momentos são como um eclipse, não que aconteçam de tempos em tempos, mas que deveriam ser vividos de forma total e completa no instante em que se está.
A partir daí, pensava também no garoto, e timidamente no amor.
Passou a escrever e pensar, novas emoções deram à ela, muito sentido, mais vida e uma quantidade imensa de temas para descarregar com palavras e tinta no papel. Escrevia tanto e só queria que seu papel fosse de encontro com o daquele tal garoto, para poderem escrever uma só história, podia ou não ser dentro do “sempre”, mas que tivesse tempo o suficiente para ser apreciada, pra virar um capítulo, um início de um bom livro.
É, ela sabia, ou pensava saber sobre o tal do amor. Pra ela, um abraço era o encaixe, era ouvir o coração e saber a sintonia, era ver cores nos dias preto e branco, era ouvir mais que um refrão, era cantar junto e ter a sensação de borboletas no estômago, porque de alguma forma, as mãos tremiam, os olhares se encontravam, era uma história, um conto, com vírgulas, exclamações, no qual não existia ponto final e se existisse era apenas pra começar um novo sorriso.
E se algo estivesse errado, era só voltar, de novo, de volta, não era reviver, era sem uso de borracha, consertar os traços feitos a caneta, dando novas formas e a partir daí, fazer novos caminhos.
Neve, deveria sim se chamar “Reticências”.
Objetivo:
• Levar o pequeno leitor a explorar o mundo, não como ele já é rotulado, mas ver além, imaginar e se permitir, criar e desenvolver a sua criatividade diante não só das palavras, mas das situações diárias. Estimular o senso crítico de uma forma simples e subjetiva, além de mostrar o início de um amor e seu verdadeiro valor.
NEVE
12 anos.
Ela tinha uma vida cheia de detalhes e peças pregadas pelo mestre do destino.
Seu nome? Apenas quatro letras:
- Neve!
Quatro letras adocicadas que juntas nomeavam uma bela garotinha, se bem que seu nome deveria ser ‘Reticências’, já que na sua cabeça, três pontinhos diziam muita coisa.
Ela conseguia ver além do que qualquer um via, ver além do que nome, já tinha.
Conseguia ver o lado bom das coisas, mesmo não estando tão bem.
Conseguia olhar além, apenas além.
Imaginava e imaginava, e haja três pontinhos pra infinidade de bichinhos agitados que habitavam a cabeça daquela doce garotinha, eram ideias e teorias pequeninas que se faziam grandes aos próprios olhos.
Quando via um guarda-chuva, pensava:
- O guarda-chuva não guarda a chuva, guarda a gente. Se guardasse a chuva, viveríamos num grande pedacinho de água, tentando desviar das gotinhas que teimariam em alcançar a gente.
Ah, e sobre a primavera...
Não via flores, nem cores, era inverno, aquele friozinho aconchegante, quando bate em sua porta a sua prima, a Prima-Vera, fora da estação, com um abraço apertado e aquele calor no coração.
Quando via escrito em algum cartãozinho ‘na faixa’, pensava que poderia montar ali uma casinha, uma barraca e acampar ou desfilar numa linda faixa vermelha, não pensava que ‘na faixa’ era apenas ‘de graça’.
Quando via um secador pensava...
A dor é úmida, afinal as lágrimas caem de encontro com os lábios. Usam seca-dor pra secar e sumir com essa tal da dor?
Saudade?
Saudade pra ela era uma ponte que distanciava as pessoas, mas que aproximava os pensamentos. A saudade não desamarra laços feitos pelo destino.
Queria guardar às pessoas mais especiais num potinho, pra poder cuidar delas, pra poder ter sempre pertinho, até saber que as tinha mais que perto, tinha elas dentro de si.
E o amor?
Um dia, Neve, em mais uma noite, viu aquele pequeno varal de estrelas e pôde ver mais que isso, presenciou o eclipse, um momento raro em que o Sol se encontra com a Lua, um momento único e tão esperado, fizeram seus olhos brilharem. Quando de repente olha para o lado e vê um garoto sorrindo pra ela, volta com seu olhar de encontro com o eclipse e quando vira seu rosto de novo, o garoto não estava mais lá.
Ela pensa que momentos são como um eclipse, não que aconteçam de tempos em tempos, mas que deveriam ser vividos de forma total e completa no instante em que se está.
A partir daí, pensava também no garoto, e timidamente no amor.
Passou a escrever e pensar, novas emoções deram à ela, muito sentido, mais vida e uma quantidade imensa de temas para descarregar com palavras e tinta no papel. Escrevia tanto e só queria que seu papel fosse de encontro com o daquele tal garoto, para poderem escrever uma só história, podia ou não ser dentro do “sempre”, mas que tivesse tempo o suficiente para ser apreciada, pra virar um capítulo, um início de um bom livro.
É, ela sabia, ou pensava saber sobre o tal do amor. Pra ela, um abraço era o encaixe, era ouvir o coração e saber a sintonia, era ver cores nos dias preto e branco, era ouvir mais que um refrão, era cantar junto e ter a sensação de borboletas no estômago, porque de alguma forma, as mãos tremiam, os olhares se encontravam, era uma história, um conto, com vírgulas, exclamações, no qual não existia ponto final e se existisse era apenas pra começar um novo sorriso.
E se algo estivesse errado, era só voltar, de novo, de volta, não era reviver, era sem uso de borracha, consertar os traços feitos a caneta, dando novas formas e a partir daí, fazer novos caminhos.
Neve, deveria sim se chamar “Reticências”.
Objetivo:
• Levar o pequeno leitor a explorar o mundo, não como ele já é rotulado, mas ver além, imaginar e se permitir, criar e desenvolver a sua criatividade diante não só das palavras, mas das situações diárias. Estimular o senso crítico de uma forma simples e subjetiva, além de mostrar o início de um amor e seu verdadeiro valor.
domingo, 27 de setembro de 2009
28 de Setembro de 2009.
Via um par de asas se afastando e encontrando outro par de asas. Voaram, livremente adentrando o campo e sobrevoando um vasto campo de flores cor-de-limão. Eram voltas e reviravoltas, mil malabarismos, era brincadeira de ser mosquito, era decisão de ser livre. Era só vontade de voar.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
11 de Setembro de 2009.
Texto Fictício feito para DAC (Disciplina de Apoio Curricular) de Português
No dia 9 de Setembro, aconteceu em São Paulo, mais precisamente na Av. Paulista um protesto pacífico contra o preconceito, em especial o racismo.
Muitas pessoas se juntaram para defender essa ideia e tentar fazer a parte da população que ainda detém esse preconceito, abrir os olhos e perceber que o caráter ou o que constitui intelectualmente uma pessoa, não é a pigmentação da pele, escolha sexual ou qualquer outro tema que se propaga e torna as pessoas preconceituosas, mas sim o que essa pessoa significa, faz e diz.
Pré-conceituar uma pessoa é seguir a teoria da generalização, é fazer parte da massa e ser moldado, é julgar e quando se julga, não define o caráter alheio, mas define o seu caráter. Julgar um livro pela capa, sem ler o prefácio, o índice, sem antes se interessar pelo tema, é perder a chance de ler uma boa história e participar dela, é fazer de uma ilustração de capa um referencial, é saciar os olhos pela arte do bom ou ruim, sem saber que as entrelinhas dizem muito, sem saber que a escrita completa a arte e o entendimento.
Aconteceu o protesto, aconteceu uma chance de todos lutarem por igualdade e saber que não é questão de inferioridade ou superioridade, mas trata-se do ser humano, mutável, moldável, alguém que enxerga, e quer fazer os outros enxergarem, não para levá-los na mesma direção, não para influenciá-los, mas para seguirem um caminho, sem amarras, sem preconceito, sem racismo ou outro, dando-lhes uma chance de conhecer e explorar um mundo novo, sem barreiras ou definições que delimitem seu pensamento.
Apóie essa causa, lute contra mentes pequenas, cresça, e veja que amarelo, vermelho, branco, negro, todos são iguais, todos podem, permita-se.
No dia 9 de Setembro, aconteceu em São Paulo, mais precisamente na Av. Paulista um protesto pacífico contra o preconceito, em especial o racismo.
Muitas pessoas se juntaram para defender essa ideia e tentar fazer a parte da população que ainda detém esse preconceito, abrir os olhos e perceber que o caráter ou o que constitui intelectualmente uma pessoa, não é a pigmentação da pele, escolha sexual ou qualquer outro tema que se propaga e torna as pessoas preconceituosas, mas sim o que essa pessoa significa, faz e diz.Pré-conceituar uma pessoa é seguir a teoria da generalização, é fazer parte da massa e ser moldado, é julgar e quando se julga, não define o caráter alheio, mas define o seu caráter. Julgar um livro pela capa, sem ler o prefácio, o índice, sem antes se interessar pelo tema, é perder a chance de ler uma boa história e participar dela, é fazer de uma ilustração de capa um referencial, é saciar os olhos pela arte do bom ou ruim, sem saber que as entrelinhas dizem muito, sem saber que a escrita completa a arte e o entendimento.
Aconteceu o protesto, aconteceu uma chance de todos lutarem por igualdade e saber que não é questão de inferioridade ou superioridade, mas trata-se do ser humano, mutável, moldável, alguém que enxerga, e quer fazer os outros enxergarem, não para levá-los na mesma direção, não para influenciá-los, mas para seguirem um caminho, sem amarras, sem preconceito, sem racismo ou outro, dando-lhes uma chance de conhecer e explorar um mundo novo, sem barreiras ou definições que delimitem seu pensamento.
Apóie essa causa, lute contra mentes pequenas, cresça, e veja que amarelo, vermelho, branco, negro, todos são iguais, todos podem, permita-se.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
04 de Setembro de 2009.
Neve, Neve!
Que linda menina eu via ali. Seu nome era Neve, sim, Neve!
Uns dizem que se chama Neve por ter a pele clarinha, feito gelo, mas não exageraria assim, ela é branquinha, não quase como grlo, mas tem uma cor bonita, uma aparência saudável e um lindo sorriso, que só guarda para ocasiões especiais. Não era uma menina de muitos amigos, tinha apenas dois, o Chars, seu vizinho, bom vizinho mais ou menos, já que morava na rua de cima, numa casinha velha (...)
Que linda menina eu via ali. Seu nome era Neve, sim, Neve!
Uns dizem que se chama Neve por ter a pele clarinha, feito gelo, mas não exageraria assim, ela é branquinha, não quase como grlo, mas tem uma cor bonita, uma aparência saudável e um lindo sorriso, que só guarda para ocasiões especiais. Não era uma menina de muitos amigos, tinha apenas dois, o Chars, seu vizinho, bom vizinho mais ou menos, já que morava na rua de cima, numa casinha velha (...)
domingo, 16 de agosto de 2009
16 de Agosto de 2009.
Quando se vive, mas ao pé da letra mesmo, você se permite ter várias sensações, boas e ruins. Mas, tem um dia, que você não sabe nomear a sensação do momento, você busca mil palavras e nenhuma se adequa ao seu estado de vivência. É nesse momento que a gente silencia e que se perde em si mesmo. É nessa hora que você quer pegar a sua mala (ou sair só com a roupa do corpo mesmo) e andar por aí, sem destino. Só, sem armadura, só pronta pra lutar, não correr, não exitar. Hoje ela vai se jogar de vez e não é do precipício, é na batalha inconsciente. Hoje ela vai se perder, pra poder se achar, hoje, ela vai tirar a armadura e sofrer tudo na pele, e que doa, e que deixe marcas e que sangre, porque, ela vai ficar mais forte, vai resistir e vai lembrar de tudo, quando te encontrar. Machuque o quanto quiser, isso só vai fazê-la mais forte. Não espere um contra-ataque violento, porque simplismente, não vou ser igual você. Mas não nego, se não fugir, lembre-se uma pessoa ferida é bem mais forte, porque aprendeu mais que um simples poeta-lutador de quinta. Vá e não volte, basta.terça-feira, 11 de agosto de 2009
11 de Agosto de 2009.
Ela esperou anciosamente aquele dia, que depois de tantos outros, passou a classificar-se como um heterônino, inventando histórias, nomes, situações que pensa ou viveu, pra transferir para aquele momento, uma personagem, que pode pensar e agir como quiser, uma mistura ou simplesmente qualquer coisa, que observa nos outros ou em si mesmo. Nome, ela precisava de um nome, qual...Ah, sim, "Neve" era seu nome.Por que Neve?
Enquanto procurava uma imagem de um boneco, sem face, apenas digitando "boneco" no tal clichê procurador, o Google, apareceu a imagem que eu vou postar. Pode ser total falta de imaginação, mas quando vi, e pensei "Neve", achei um lindo nome, e com certeza, a partir de agora vai ser um bom heterônimo, vou cuidar para que aprenda a vivencie erros e acertos, mas que erre bastante para saber distinguir o que deve ou não fazer, pra aprender com afeto e andar por todos os sub (mundos), imaginários ou reais, em que vivem trilhões de especíes de humanos praticantes ou não. Neve, minha querida, você nasceu, bem-vinda!
segunda-feira, 27 de julho de 2009
28 de Julho de 2009.
Felicidade tem nome, tem razão, tem sentimento. Felicidade vem de dentro, vem de fora, vem do ambiente. Ela depende de tudo que você ama, depende de você. Não é só uma palavra no dicionário com centenas de sinônimos ou destinada a comemoração, mas é um pedaço do seu estado de espírito. É o momento que você percebe que quando se está feliz, o positivismo que mandamos, volta pra gente, assim como as coisas ruins que algumas pessoas desejam à outras. Felicidade, é brilho no olhar, é amor, é sensação de bem-estar, é vida.
domingo, 26 de julho de 2009
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta, o amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão, o verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar, ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, ou veste-se bem , isso são só referenciais, ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca, ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera..
"Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas."
(Marley e Eu)
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas."
(Marley e Eu)
sábado, 25 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
20 de Julho de 2009.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não te faz tão feliz, porque te faz sofrer. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
13 de Julho de 2009.
É por isso que...eu tropeço em tudo que me é colocado na frente como obstáculo. É por isso que muitas vezes eu caio. E me machuco. Não porque sou cego. Eu caio porque não estou olhando para frente. Estou perdido em uma caixa redonda cheia de espelhos e monitores. Perdido em memórias e em pensamentos.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
9 de Julho de 2009.
E quem sabe o silêncio fale mais que uma breve mensagem. E quem sabe que a desculpa até então usada, cale-se e deixe o silêncio tratar do resto. Silêncio não me responde, só me escuta, barulhos de todo tipo atrapalham e há um ruído na cominitiva principal. Ei, estamos numa bilbioteca, fique quieto. Biblioteca da alma, e confesso que li livros e sei de histórias que não foram publicadas em uma pessoa sequer e que estão vivas em sentido e pontuação, apenas na alma. Algum livro bom pra indicar-me?domingo, 5 de julho de 2009
6 de Julho de 2009.
Fiquei pensando se aquilo era refrão de fora ou de dentro. Quando me contou, não me convenceu com o timbre da música. Talvez porque eu simplesmente não conheça mais suas afinações musicais. É estranho depois de tanto tempo sentir como se você fosse a pessoa que eu menos conhecesse nesse mundo. Devo admitir que você tem uma vírgula de razão quanto a isso e acho que eu fui fraca o suficiente pra acreditar que conhecia algo.Sumir de novo? É, é o que você diz. Mas sinceramente, eu não sei mais o que achar sobre você, desculpa.
E as verdades e as semi-verdade que talvez você tenha me contado, em quem ou o que devo acreditar? De fato, cadê suas palavras enrustidas?
sexta-feira, 3 de julho de 2009
4 de Julho de 2009.
Abriu timidamente os olhos, viu um feixe de luz pela janela, havia amanhecido. Virou-se, enrolou alguns segundos e se levantou, fazendo barulho ao caminhar naquele piso amadeirado e antigo do segundo andar. Procurou uma roupa mais quente, pois fazia um frio um tanto quanto extrangeiro, lavou o rosto, mesmo tendo que aguentar aquela água gelada logo de manhã em contato com sua pele fina e macia, vestiu seu melhor sorriso ao tentar camuflar da melhor forma seus pensamentos turbulentos. Desceu um lace de escadas, tomou um gole daque copo de leite que estava pronto á mesa, pegou sua mochila e sem deixar palavras pra trás, abriu a porta e caminhou rua afora. Era estranho, caminhar de manhã, quando na verdade deveria estar trancafiada em uma daquelas salas de tortura escolares, lutando para não dormir na pior aula de química da sua vida, sendo que as fórmulas dali, não resolveriam nada sua vida. O mais estranho de caminhar em horário de aula é que inacreditavelmente ninguém da sua idade está na rua, só aquele excesso de movimentos e pessoas transitando tão rapidamente, que se tornam vultos ao seu redor e fazem você se sentir perdido, como uma criança que se perde da sua mãe em um shopping center num domingo qualquer, quando estão fazendo compras. As pessoas perdem tanto tempo, ou melhor, tentam não perder tempo se atrasando que nem percebem você ali. Mas você continua a andar, e então decidi ir á um lugar mais tranquilo, e pensa...um parque? Sim, um parque. A poucos metros dali não havia bem um parque, mas uma praça, não muito pequena, mas do tamanho para você conseguir um refugiu em seus pensamentos. Sentou-se em um daqueles bancos, estava frio, pouca neblina, mas notava-se alguma ali, fechou os olhos, respirou fundo. Ouviu um barulho estranho, era o despertador, 6 horas da manhã, abriu os olhos e descobriu que não havia saído de casa, que estava sonhando, virou-se e dessa vez, adormeceu por horas.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
1 de Julho de 2009.
Meu coração sorrir, para a galera que sempre esteve junto até mesmo quando eu não estava disposta, para a pessoa que eu esperava que me chutasse quando caí, e que foi uma das primeiras que me ajudou a levantar, para as pessoas que fizeram a diferença em minha vida, para as pessoas que quando olho para trás, sinto muitas saudades, para as pessoas que me aconselhara quando me senti sozinha, e me ajudaram a entender que não importa em quantos pedaços meu coração tenha se partido, pois o mundo não irá parar para que eu o conserte, para as pessoas que me deram um força quando eu não estava muito animada. Para as pessoas que amei, para as pessoas que abracei, para as pessoas que encontro apenas em meus sonhos, para as pessoas que encontro todos os dias e não tenho a chance de dizer tudo o que sinto olhando nos olhos, para mim o que importa não é o que eu tenho na vida, mas quem eu tenho na vida, por isso guardo todas as pessoas importantes da minha vida em uma caixinha dentro do meu coração.domingo, 28 de junho de 2009
28 de Junho de 2009.
Depois de tantos passos dados, ela parece ter chegado a algum lugar, não tão agitado e triste, mas aparentemente tranquilo. De lá ela via uma grande parte de olhares desconfiados, sorrisos e dedos entrelaçados, de lá ela via o que não queria. Ver o que não quer é sinônimo de sofrer anonimadamente, é sentir por dentro o que não queremos que transpire pelos nosso poros, o que não queremos transparecer na face. Ignorar seria tal remédio, mas de nada adiantaria se excessos seriam subjugados. Realmente, guardar pra nós seria tal solução e deixar incógnita sentimental com uma opacidade tão pequena que mal dá pra ver mesmo, só quem pára e observa sabe o quanto dói. Mas, quem para e observa?
Assinar:
Postagens (Atom)
