domingo, 27 de setembro de 2009
28 de Setembro de 2009.
Escrito por Amanda Oliveira às 18:53 1 comentários
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
11 de Setembro de 2009.
Texto Fictício feito para DAC (Disciplina de Apoio Curricular) de Português
No dia 9 de Setembro, aconteceu em São Paulo, mais precisamente na Av. Paulista um protesto pacífico contra o preconceito, em especial o racismo.
Muitas pessoas se juntaram para defender essa ideia e tentar fazer a parte da população que ainda detém esse preconceito, abrir os olhos e perceber que o caráter ou o que constitui intelectualmente uma pessoa, não é a pigmentação da pele, escolha sexual ou qualquer outro tema que se propaga e torna as pessoas preconceituosas, mas sim o que essa pessoa significa, faz e diz.Pré-conceituar uma pessoa é seguir a teoria da generalização, é fazer parte da massa e ser moldado, é julgar e quando se julga, não define o caráter alheio, mas define o seu caráter. Julgar um livro pela capa, sem ler o prefácio, o índice, sem antes se interessar pelo tema, é perder a chance de ler uma boa história e participar dela, é fazer de uma ilustração de capa um referencial, é saciar os olhos pela arte do bom ou ruim, sem saber que as entrelinhas dizem muito, sem saber que a escrita completa a arte e o entendimento.
Aconteceu o protesto, aconteceu uma chance de todos lutarem por igualdade e saber que não é questão de inferioridade ou superioridade, mas trata-se do ser humano, mutável, moldável, alguém que enxerga, e quer fazer os outros enxergarem, não para levá-los na mesma direção, não para influenciá-los, mas para seguirem um caminho, sem amarras, sem preconceito, sem racismo ou outro, dando-lhes uma chance de conhecer e explorar um mundo novo, sem barreiras ou definições que delimitem seu pensamento.
Apóie essa causa, lute contra mentes pequenas, cresça, e veja que amarelo, vermelho, branco, negro, todos são iguais, todos podem, permita-se.
Escrito por Amanda Oliveira às 22:30 0 comentários
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
04 de Setembro de 2009.
Que linda menina eu via ali. Seu nome era Neve, sim, Neve!
Uns dizem que se chama Neve por ter a pele clarinha, feito gelo, mas não exageraria assim, ela é branquinha, não quase como grlo, mas tem uma cor bonita, uma aparência saudável e um lindo sorriso, que só guarda para ocasiões especiais. Não era uma menina de muitos amigos, tinha apenas dois, o Chars, seu vizinho, bom vizinho mais ou menos, já que morava na rua de cima, numa casinha velha (...)
Escrito por Amanda Oliveira às 17:12 0 comentários
domingo, 16 de agosto de 2009
16 de Agosto de 2009.
Quando se vive, mas ao pé da letra mesmo, você se permite ter várias sensações, boas e ruins. Mas, tem um dia, que você não sabe nomear a sensação do momento, você busca mil palavras e nenhuma se adequa ao seu estado de vivência. É nesse momento que a gente silencia e que se perde em si mesmo. É nessa hora que você quer pegar a sua mala (ou sair só com a roupa do corpo mesmo) e andar por aí, sem destino. Só, sem armadura, só pronta pra lutar, não correr, não exitar. Hoje ela vai se jogar de vez e não é do precipício, é na batalha inconsciente. Hoje ela vai se perder, pra poder se achar, hoje, ela vai tirar a armadura e sofrer tudo na pele, e que doa, e que deixe marcas e que sangre, porque, ela vai ficar mais forte, vai resistir e vai lembrar de tudo, quando te encontrar. Machuque o quanto quiser, isso só vai fazê-la mais forte. Não espere um contra-ataque violento, porque simplismente, não vou ser igual você. Mas não nego, se não fugir, lembre-se uma pessoa ferida é bem mais forte, porque aprendeu mais que um simples poeta-lutador de quinta. Vá e não volte, basta.Escrito por Amanda Oliveira às 13:00 1 comentários
terça-feira, 11 de agosto de 2009
11 de Agosto de 2009.
Ela esperou anciosamente aquele dia, que depois de tantos outros, passou a classificar-se como um heterônino, inventando histórias, nomes, situações que pensa ou viveu, pra transferir para aquele momento, uma personagem, que pode pensar e agir como quiser, uma mistura ou simplesmente qualquer coisa, que observa nos outros ou em si mesmo. Nome, ela precisava de um nome, qual...Ah, sim, "Neve" era seu nome.Por que Neve?
Enquanto procurava uma imagem de um boneco, sem face, apenas digitando "boneco" no tal clichê procurador, o Google, apareceu a imagem que eu vou postar. Pode ser total falta de imaginação, mas quando vi, e pensei "Neve", achei um lindo nome, e com certeza, a partir de agora vai ser um bom heterônimo, vou cuidar para que aprenda a vivencie erros e acertos, mas que erre bastante para saber distinguir o que deve ou não fazer, pra aprender com afeto e andar por todos os sub (mundos), imaginários ou reais, em que vivem trilhões de especíes de humanos praticantes ou não. Neve, minha querida, você nasceu, bem-vinda!
Escrito por Amanda Oliveira às 13:46 1 comentários
segunda-feira, 27 de julho de 2009
28 de Julho de 2009.
Escrito por Amanda Oliveira às 20:59 0 comentários
domingo, 26 de julho de 2009
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta, o amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão, o verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar, ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, ou veste-se bem , isso são só referenciais, ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca, ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.Escrito por Amanda Oliveira às 22:28 0 comentários
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Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas."
(Marley e Eu)
Escrito por Amanda Oliveira às 20:34 0 comentários
sábado, 25 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
20 de Julho de 2009.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não te faz tão feliz, porque te faz sofrer. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
Escrito por Amanda Oliveira às 12:29 0 comentários
segunda-feira, 13 de julho de 2009
13 de Julho de 2009.
Escrito por Amanda Oliveira às 19:29 0 comentários
quinta-feira, 9 de julho de 2009
9 de Julho de 2009.
E quem sabe o silêncio fale mais que uma breve mensagem. E quem sabe que a desculpa até então usada, cale-se e deixe o silêncio tratar do resto. Silêncio não me responde, só me escuta, barulhos de todo tipo atrapalham e há um ruído na cominitiva principal. Ei, estamos numa bilbioteca, fique quieto. Biblioteca da alma, e confesso que li livros e sei de histórias que não foram publicadas em uma pessoa sequer e que estão vivas em sentido e pontuação, apenas na alma. Algum livro bom pra indicar-me?Escrito por Amanda Oliveira às 21:04 0 comentários
domingo, 5 de julho de 2009
6 de Julho de 2009.
Fiquei pensando se aquilo era refrão de fora ou de dentro. Quando me contou, não me convenceu com o timbre da música. Talvez porque eu simplesmente não conheça mais suas afinações musicais. É estranho depois de tanto tempo sentir como se você fosse a pessoa que eu menos conhecesse nesse mundo. Devo admitir que você tem uma vírgula de razão quanto a isso e acho que eu fui fraca o suficiente pra acreditar que conhecia algo.Sumir de novo? É, é o que você diz. Mas sinceramente, eu não sei mais o que achar sobre você, desculpa.
E as verdades e as semi-verdade que talvez você tenha me contado, em quem ou o que devo acreditar? De fato, cadê suas palavras enrustidas?
Escrito por Amanda Oliveira às 22:31 0 comentários
sexta-feira, 3 de julho de 2009
4 de Julho de 2009.
Escrito por Amanda Oliveira às 22:36 0 comentários
quarta-feira, 1 de julho de 2009
1 de Julho de 2009.
Meu coração sorrir, para a galera que sempre esteve junto até mesmo quando eu não estava disposta, para a pessoa que eu esperava que me chutasse quando caí, e que foi uma das primeiras que me ajudou a levantar, para as pessoas que fizeram a diferença em minha vida, para as pessoas que quando olho para trás, sinto muitas saudades, para as pessoas que me aconselhara quando me senti sozinha, e me ajudaram a entender que não importa em quantos pedaços meu coração tenha se partido, pois o mundo não irá parar para que eu o conserte, para as pessoas que me deram um força quando eu não estava muito animada. Para as pessoas que amei, para as pessoas que abracei, para as pessoas que encontro apenas em meus sonhos, para as pessoas que encontro todos os dias e não tenho a chance de dizer tudo o que sinto olhando nos olhos, para mim o que importa não é o que eu tenho na vida, mas quem eu tenho na vida, por isso guardo todas as pessoas importantes da minha vida em uma caixinha dentro do meu coração.Escrito por Amanda Oliveira às 10:42 0 comentários
domingo, 28 de junho de 2009
28 de Junho de 2009.
Depois de tantos passos dados, ela parece ter chegado a algum lugar, não tão agitado e triste, mas aparentemente tranquilo. De lá ela via uma grande parte de olhares desconfiados, sorrisos e dedos entrelaçados, de lá ela via o que não queria. Ver o que não quer é sinônimo de sofrer anonimadamente, é sentir por dentro o que não queremos que transpire pelos nosso poros, o que não queremos transparecer na face. Ignorar seria tal remédio, mas de nada adiantaria se excessos seriam subjugados. Realmente, guardar pra nós seria tal solução e deixar incógnita sentimental com uma opacidade tão pequena que mal dá pra ver mesmo, só quem pára e observa sabe o quanto dói. Mas, quem para e observa?Escrito por Amanda Oliveira às 17:34 0 comentários
terça-feira, 23 de junho de 2009
24 de Junho de 2009.
Escrito por Amanda Oliveira às 20:11 0 comentários
quarta-feira, 27 de maio de 2009
28 de Maio de 2009.
"Tanto o pederasta como qualquer outro, quando encontram a sua metade correspondente, são transportados por uma onda de amor, de ternura e de simpatia; para tudo dizer numa palavra, não desejam estar separados nem um instante sequer. E são essas as pessoas que vivem juntas toda a vida, sem conseguirem aliás explicar o que mutuamente esperam uma da outra; pois não parece ser o prazer dos sentidos a causa de tanto encanto em viver juntas. É evidente que a alma de cada uma deseja outra coisa que não conseguem dizer o que seja, que pressentem e às vezes exprimem de maneira misteriosa."("O Banquete" de Platão)
Escrito por Amanda Oliveira às 20:19 0 comentários
segunda-feira, 25 de maio de 2009
25 de Maio de 2009.
Percebi que no seu olhar há algo que me intriga. Fico entre o fechar dos olhos cansados e um olhar fixo e embreagante que não me deixa virar. Abaixo a cabeça, mas é inevitável não pensar. Enquando fico aqui a escrever meras e inúteis palavras do viver, você aí, do outro lado da ponte chega cada vez mais perto de mim. Sim, eu tenho medo dessa ponte que une e ao mesmo tempo separa por segundos o que não leva minutos para acontecer. Ás vezes a caminhada por ela é longa, mas é segura. É tudo que encontro nos olhos teus, além daquele sentimento de felicidade extrema, uma vontade de partilhar todos os momentos e reflexos, todas as pausas e exclamações. Sim, seu olhar entorpece, não sei, mas de tudo me esqueço, ao olhar teu, se cada vírgula que lembro, remete ao pensamento de outrora você e eu.Escrito por Amanda Oliveira às 19:54 1 comentários
domingo, 24 de maio de 2009
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Nunca consegui enumerar todas as coisas que eu gostava e as que você me fazia sentir. Primeiro, porque eram muitas. Segundo, porque algumas não tinham nome. Éramos extremamente felizes porque acreditávamos no amor, porque de início não víamos nada de empecilho, não víamos distancias, sejam de idades ou sejam de cidades, nós apenas vivíamos aquele presente que a vida parecia nos dar. E quando começaram surgir os planos, os sonhos, e fomos dando nomes para eles, a dar local e datas, e eu, então, parecendo um foguete a voar pelo céu de felicidade, vi você se afastando, medroso, inseguro. Mas que direito tinha eu de te fazer estar comigo todos os dias de amanhã? Que direito tinha eu de amarrar tuas mãos com a minhas? Não precisavas ter medo, tu não tinhas que arranjar uma forma de fazer tudo acontecer, tua única obrigação era me fazer sonhar.Cáh Morandi - Sobre Fazer Sonhar
Escrito por Amanda Oliveira às 10:45 0 comentários

